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Wladimir

Ferreira do Zêzere Portugal
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Best rated restaurants by  Wladimir:
Santa Rita, FÁTIMA (03/2011)
Camarões, Natal (03/2011)

Wines you liked best :
Curral Atlântis Merlot e Cabernet Sauvignon - Tinto 2007, Portugal (03/2011)
Cabriz Reserva - Tinto 2006, Portugal (11/2010)


Portugal: the land that the wine buyers forgot

Posted on  10-05-2012 14:31

Portugal has been snubbed by the supermarkets, but there are big, feisty wines there waiting to be discovered.

The idea that there might be a meritocracy in the wine world breaks down when you consider Portugal. The country produces a fantastically diverse range of wines, from light, thirst-quenching vinho verde to complex and unusual reds and mateus rosé (stop sniggering at the back). It offers value to those looking for an everyday drink and interest for the nerds. So the problem with Portuguese wines is…?


“Selling them,” say supermarket buyers (off the record).


A recent story uncovered by the writer Robert Joseph on his blog (thejosephreport.blogspot.co.uk) underlines the point. “No one is indispensable,” he wrote, explaining that Portugal was “facing a removal from the scene – or at least from the shelves of Majestic”.


What had happened was this: confronted with the loss of cash to subsidise promotions when the marketing body for Portuguese wine decided its money would be better spent elsewhere, Majestic asked its suppliers for compensation. Anyone who didn’t fancy paying was out. Or, to put it in Majestic’s terms, had “the option to withdraw [their] listing”. And anyone hoping to put a new Portuguese wine on Majestic’s shelves could think again: without the marketing bung, “new listings” had apparently become “an extremely tenuous proposition”. The message seemed to be that Majestic felt Portugal needed it more than it needed Portugal.


The disappearance of the entire country didn’t happen because most wine producers agreed to cough up and, a Majestic spokesman said, “I don’t think they would have pulled out.”
But it’s hard to imagine this happening to any other mainstream wine-producing country. Portugal does better in independent shops, where customers perhaps have more recherché tastes and a greater interest in ferreting out wines made from grapes they’ve never heard of in places they can’t pronounce.

And it has some brilliant champions. These include the infectious good humour of critic Charles Metcalfe whose book, The Wine and Food Lover’s Guide to Portugal, co-authored with his wife, Kathryn McWhirter, is a must-buy for anyone planning to gorge their way around this part of the Iberian Peninsula. And the specialist importer Raymond Reynolds Ltd, an indefatigable truffler-outer of intriguing and good-quality wines, whose team has done much to put delicious bottles from Portugal on restaurant tables and in smaller shops.

But it still hasn’t captured the hearts and minds of ordinary wine drinkers. What I like about Portuguese wines is their individuality. It’s hot enough there to make big wines that are ripe and feisty. But the country has never succumbed wholesale to the lollipop style of winemaking. Most of the reds still have a bit of dirt in them; they grunt rather than simper; have acidity, kick, tannin, a hint of wilderness rather than the careful styling and corporate features of an Algarve golf course.

Perhaps we just need to know a bit more about it, in which case let’s begin here with five starter things to know about Portuguese wine…

1. Vinho verde might well be Portugal’s most recognised region for non-fortified wine. It’s wedged up in the north-west of the country and its thirst-quenching white wines are best drunk young. They’re usually made from a blend that may include loureiro, trajadura and arinto as well as alvarinho grapes – which over the border in Galicia is better known as albariño. Vinho verde can be light to the point of insipid but if you want to try one with flavour, cook some prawns and crack open a bottle of Tapada de Villar Vinho Verde 2011 Portugal (11%, M & S, £6.99). It’s gently pétillant – tiny, occasional bubbles break gently on the tongue – and deliciously peachy, like water infused with peach stones and mixed with white wine.

2. Mateus rosé is sometimes drunk by those who work in the wine trade, although you usually have to get them drunk before they admit to swallowing the lightly sparkling rosé famously favoured by Saddam Hussein. The wine still comes in the gloriously tactile, rounded bottle but it’s not as sweet as it once was. Drunk alone it has a slight edge of raspberry-flavoured boiled sweets, but it goes brilliantly with curry. Not home-cooked posh curry; curry from a supermarket box. And yes, I have tried it, and yes, I enjoyed it. Mateus Rosé NV Portugal (11%, Tesco, £4.48).

3. The Alentejo in the southern half of Portugal is a hot-spot for newer, interesting producers. Try wines made by Aussie David Baverstock at Esporão (Eshporão) or the Cortes de Cima, listed right.

4. The schist slopes in the Douro — port-producing country, to the east of Oporto – are so steep and so intransigent they had to be dynamited to make terraces on which grapes could be grown. These days the area is also important for its unfortified reds, also made with port grapes.

5. The names of Portuguese grapes are well worth translating. Rabo de ovelha means ewe’s tail. Or you could have a bottle of borrado das moscas (a synonym for the grape bical) – fly droppings.

And that’s just for starters – happy explorin


SABORES DO CALDEIRÃO

Posted on  20-04-2011 18:37

III QUINZENA GASTRONÓMICA "SABORES DO CALDEIRÃO"
http://www.cm-sbras.pt


5ª Feira Nacional do Fumeiro, Queijo e Pão no Sardoal

Posted on  04-03-2011 18:40

Alheiras de Mirandela, queijo da Serra da Estrela de Seia, enchidos de porco preto de Évora, queijo picante, morcelas, compotas e tigeladas de Alcaravela, tudo acompanhado de pão caseiro. Estas e outras especialidades vão estar disponíveis na 5ª Feira Nacional do Fumeiro, Queijo e Pão, que vai decorrer em Sardoal, junto aos Bombeiros, entre 4 e 6 de Março. O espaço da feira vai ainda reunir tasquinhas, exposições e muita música.

http://www.oribatejo.pt/2011/03/5%c2%aa-feira-nacional-do-fumeiro-queijo-e-pao-no-sardoal/


São quatro toneladas de enguia, por favor

Posted on  04-03-2011 18:33

Entre 1 e 31 de Março do ano passado, milhares de visitantes consumiram cerca de quatro toneladas de enguias durante o certame gastronómico que elege como figura central este ex-líbris de um concelho que sempre viveu de braços dados com o rio Tejo. “É um número impressionante”, sublinhou César Peixe, vice-presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, durante a conferência de imprensa que serviu para apresentar a edição de 2011 do Mês da Enguia, que será a rainha do paladar em 17 restaurantes, até ao final do mês.
Mantendo sensivelmente o mesmo formato, este festival “vem dar continuidade à bem sucedida campanha de reformulação que a Câmara Municipal efectuou na última edição do evento, visível nos muitos milhares de visitantes que vieram à descoberta do concelho”, explicou o vereador, acrescentando que volta a realizar-se “em total comunhão com a natureza e cumplicidade com o seu parceiro natural, o rio Tejo”. É “um evento que está consolidado a nível nacional”, mas “que se reforça e renova a cada edição”, afirmou César Peixe, para quem o Mês da Enguia “leva a todo o país uma montra daquilo que de melhor o concelho tem para oferecer: óptima gastronomia, bons vinhos, história, cultura, entretenimento, desporto, um modo peculiar de receber e o Tejo, que nos confere um património natural riquíssimo”.Dando continuidade ao percurso iniciado o ano passado, o Mês da Enguia vai novamente eleger e atribuir certificados ao “melhor restaurante” e “restaurante inovação”, trabalho a cargo de um júri que irá percorrer todos as casas aderentes ao certame. Para além da degustação da sua oferta gastronómica, a organização pretende que os elementos do júri efectuem também um acompanhamento de grande proximidade, restaurante a restaurante. Segundo César Peixe, devem “funcionar como um potencial elemento formativo e de acompanhamento da qualidade e do serviço”, o que irá trazer resultados positivos a nível dos clientes que procuram a restauração no concelho.

http://www.oribatejo.pt/2011/03/sao-quatro-toneladas-de-enguia-por-favor/


Encontro do Azeite em Abrantes

Posted on  18-02-2011 18:31

Abrantes vai ser palco do Encontro Ibérico do Azeite, nos dias 25 a 27 de Fevereiro. A organização é da Câmara Municipal e da Associação Centro Comercial Ar Livre, e tem a participação de várias outras entidades, que se vão juntar nas instalações da antiga Rodoviária, no centro da cidade.
O objectivo do encontro é, segundo a organização, o de “debater o sector através da mobilização de agentes económicos a ele associados – agricultores, olivicultores/produtores de azeite, entre outros – de Portugal e de Espanha e o estabelecimento de parcerias que potenciem o desenvolvimento desta fileira no espaço ibérico”. Além disso, a autarquia pretende “afirmar Abrantes como a capital do azeite”.
O Encontro Ibérico do Azeite organiza-se em duas vertentes, uma mais técnica e outra mais popular.
O Simpósio Técnico realiza-se no cine-teatro S. Pedro, nos dias 25 e 26, e será um espaço de debate profissional que contará com a presença de oradores portugueses e espanhóis. O Fórum do Azeite é para o grande público. Realiza-se nas instalações da antiga rodoviária, de 25 a 27 de Fevereiro, e reune um conjunto de iniciativas sobre a temática do azeite nas suas diferentes dimensões. Apresenta uma exposição interactiva sobre o processo de fabrico; uma outra sobre as marcas da cultura do azeite no concelho de Abrantes; uma loja de produtos regionais; um espaço de provas de receitas; venda de produtos cosméticos elaborados com azeite e um espaço de olivoterapia (massagens com azeite). Neste espaço decorrem ainda várias oficinas temáticas, por exemplo sobre a análise sensorial do azeite ou a produção de sabão com azeite usado.
Recorde-se que Abrantes é um importante centro produtor de azeite, com algumas marcas de clara notoriedade e um importante papel na economia regional. As mais conhecidas são o azeite Gallo, o Cabeço das Nogueiras e o Ourogal, de que nestas páginas temos dado conta.

A opinião dos produtores de Abrantes:
A Sociedade Agrícola Ouro Vegetal (SAOV) é uma das empresas que está na organização do encontro. O gerente da empresa, Alberto Serralha, diz-se convencido de que este encontro vai ter uma adesão muito forte dos produtores nacionais e alguns espanhóis. André Luís Lopes, responsável pela empresa Ourogal, refere que Portugal já ganhou muitos prémios no azeite, “mas os nossos produtos não são referidos, não são falados”. “Não temos uma imagem de marca para podermos objectivar sequer um pequeno posicionamento nestes mercados internacionais”, analisa o empresário. Paula Lopes, directora de qualidade da Victor Guedes (Azeites Gallo) frisa os investimentos feitos no sector nos últimos anos que permitem dizer que Portugal é quase auto-suficiente nesta área.

Short URL: http://www.oribatejo.pt/?p=15520


Mostra da Lampreia

Posted on  03-02-2011 13:05

Os restaurantes do concelho aderentes à iniciativa voltam a mostrar porque é que cada vez mais pessoas se deslocam propositadamente a Tomar para comer lampreia.
Pescada na zona e temperada à moda local, nalguns casos confeccionada como em mais lado nenhum, inclusive em sopa, em paté ou em empada, no arroz de cabidela como é tradicional ou vistosamente empratada para surpresa e delícia de muita gente, a lampreia pode ser degustada aos fins-de-semana e feriados.
E para quem mesmo assim não vá em conversas, há sempre a lampreia de ovos, essa mais consensual, servida em doses individuais não só nos restaurantes mas também nalgumas das melhores doçarias da cidade.
www.cm-tomar.pt


Apresentação e prova de cinco novos vinhos da marca “Templários”

Posted on  28-01-2011 18:38

A Herdade dos Templários promoveu, na passada segunda-feira, na Quinta do Cavalinho, em Valdonas, a apresentação oficial dos cinco novos vinhos sob a marca “Templários”, das colheitas 2009/2010.

A apresentação contou com uma prova de vinhos, tendo participado diversas entidades e convidados, nomeadamente o vereador Luís Ferreira e os presidentes das juntas de freguesia de Asseiceira e Alviobeira. Tendo como objectivo continuar a apostar na qualidade dos vinhos, utilizando as mais modernas técnicas de vinificação, os responsáveis pela Herdade dos Templários sublinharam a sua satisfação na apresentação destes novos vinhos, a primeira colheita de cinco novas castas, destacando-se o Tinto Touriga Nacional 2009, Tinto Touriga Nacional/Cabernet Sauvignon 2009, Tinto Touriga Nacional/Syrah 2009, Rosé Touriga Nacional 2010 e Branco Arinto/Chardonnay/Fernão Pires 2010.

Fonte: www.cidadetomar.pt


Sabores de Inverno (Castanheira de Pera)

Posted on  16-12-2010 20:21

Durante o mês de Dezembro. o tempo frio traz desejos de uma gastronomia quente e rica de condimentos, bem temperada e recheadas de produtos que podemos encontrar em Castanheira de Pera.

Porque é preciso mostrar o que de melhor temos e preservar a tradição da boa gastronomia, a Prazilândia e o Município de Castanheira de Pera apresentam “Sabores de Inverno – Dezembro Gastronómico”.

Os restaurantes aderentes apresentam um leque de sugestões apetitosas com o que de melhor se produz por lá.

Do bacalhau ao cabrito, javali, vitela, mel e castanhas e outras iguarias estão à sua disposição!

http://tinyurl.com/2vj9kqg


Este Natal ofereça um presente distinto nascido da terra tomarense.

Posted on  02-12-2010 20:59

Câmara aposta na promoção dos vinhos de Tomar.

O dia Europa de Enoturismo foi este ano comemorado de forma especial em Tomar, com a apresentação no Casa dos Cubos do kit Vinhos dos Templários.
A iniciativa contou com uma mostra a prova de vinhos dos quatro produtores concelhios: Casal das Freiras, Encosta do Sobral, Herdade dos Templários e Solar dos Loendros.
A aposta turística na promoção dos vinhos locais faz todo o sentido, tendo em conta a crescente qualidade que estes têm vindo a demonstrar. O presidente da Câmara, Fernando Corvêlo de Sousa, destacou a facto de se tratar de um sector que sempre teve importância na História de Tomar e que hoje, felizmente, “começou a reviver em torno destes produtores”.
Em nome dos produtores, José Vidal manifestou a satisfação de todos pelo facto de o município ter tornado a iniciativa de divulgar “um produto que é importante para a economia agrária da região”.
O kit é constituído por uma caixa com quatro garrafas de vinhos de qualidade superior, uma de cada dos produtores, e está à venda no Edifício do Turismo, na Av. Cândido Madureira, ao preço de 20 Euros.
“Uma óptima sugestão como prenda de Natal”, conforme refere a vereadora com o pelouro do turismo, Rosário Simões.
Boletim Informativo Tomar Dezembro 2010


Sabia que a castanha ficou conhecida como o pão-dos-pobres?

Posted on  27-11-2010 01:31

A castanha teve um papel primordial na alimentação de vários povos ao longo da História (Itália, França, Norte de África) devido ao facto de ser muito nutritiva, ficando assim conhecida como o pão-dos-pobres. Possui verdadeiras propriedades tónicas e anti-anémicas. É muito rica em glícidos (tem 40% de amido) e é uma boa fonte de vitamina C, vitamina B1, vitamina B6, potássio e fósforo. É menos calórica que os restantes frutos gordos e amiláceos (como a noz, a avelã, o amendoim, a amêndoa) já que o seu teor em gordura é significativamente inferior, no entanto, apresenta um teor superior em hidratos de carbono. Pela sua riqueza em hidratos de carbono, a castanha constitui uma excelente fonte de energia.
http://www.alimentarte.com.pt/


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